Quando um policial militar morto vale mais do que vivo?

A pergunta mais certa não seria quando, mas onde… Onde? No Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa! Ora, um soldade pm vivo vale ao estado aproximadamente R$ 900,00, por mês; enquanto que um policial militar morto custa a bagatela de R$ 100.000,00; ou seja, aproximadamente, 10 anos de efetivo serviço a Briosa Corporação. Não estou achando a medida errônea, mesmo porque a família do policial militar merece após tanto sofrimento vivendo ao lado de um profissional que vive o drama do descaso governamental, sem um salário que lhe garanta o mínimo de dignidade; mas por quê diabos um profissional que corre risco de vida diariamente só vai receber bem depois de morto?

Alguém sabe?

2 Responses to “Quando um policial militar morto vale mais do que vivo?”

  1. Oliveira Says:

    Eu sei a resposta. Porque PM bom é PM morto.

    O Estado valoriza mais um PM morto porque só assim a vagabundagem conseguirá vender seu pó livremente aos playboys da Zona Sul e Barra da Tijuca.

    Um PM morto não incomoda filho de desembardor bêbado ao volante;
    Um PM morto não prende maconheiro e viciados em geral, terceirizadores do tráfico;
    Um PM morto não apreende carros de “autoridades” políticas em condições irregulares de documentação;

    VIVA Cabral! VIVA Rio de Janeiro!
    Onde o PM vivo passa fome e morto vale muito mais!

  2. AP Says:

    Eu também sei uma outra resposta : é apenas aritmética.
    Vivos são na Ativa quase 39.000. Mais Reserva. Mais Reformados. Mais pensionistas.
    Mortos, em serviço, quantos por ano.
    Ècco !
    Mistério desfeito.
    O ”governador” faz um bonito.
    Resulta que PM passa a significar : Policial Morto.
    O ”governador” deturpa, defrauda, FALSIFICA a palavra MILITAR na sigla PM.
    FREUD EXPLICA, COM FACILIDADE : o ”governador” não gosta de Fardas.
    Mas privatiza para a própria família, patota e amigos o policiamento caracterizado, porque ele tem me-di-nho.
    O ”governador” tem rai-vi-nha de milico.
    Trata-se de um FIASCO, o ”governador”.
    Atenção, eu vou assinar :
    Maria Angelica Mendes Portugal

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